• Marcelo Pereira

Notas no Baixo

Atualizado: Jun 17


Olá pessoal.

Hoje vamos falar sobre um assunto muito importante que é conhecer as notas naturais no contrabaixo.

Ao longo de anos como professor de contrabaixo, venho observando que a maioria dos alunos consegue mapear rapidamente até a casa 5 mais ou menos, depois o braço começa a ficar uma região inexplorada, o que atrapalha a fluência e a desenvoltura do músico.

Conhecer as notas naturais ao longo de toda a extensão do braço é importante para que você tenha facilidade em explorar regiões graves e agudas sempre que for necessário.

E é claro, se você souber onde estão localizadas as notas naturais, você automaticamente já saberá onde estão os acidentes (sustenidos e bemóis).

Pensando nisso, reuni algumas sugestões de estudos para uma corda só, uma de cada vez. O estudante deverá reconhecer rapidamente a localização das notas naturais na corda G para só então praticar na corda D e assim por diante. Ofereço uma proposta de estudo pensando também em alunos iniciantes, então fiz uma sequência de digitações usando somente três dedos (indicador, médio e anular), com saltos e slides quando forem necessários. Dessa maneira a digitação fica fácil e confortável.

Este estudo corda a corda se não for estimulado e não fizer parte da prática diária, o estudante corre o risco de ficar preso aos “shapes”, aos “desenhos” de escala que utilizam todas as cordas, mas ficam parados em uma só região do instrumento.

A ideia de estudar desta maneira eu retirei de uma proposta do livro “Advancing Guitarist” do músico e professor de música Mick Goodrick. Ele afirma categoricamente que deveríamos praticar em uma corda

primeiro, reconhecer bem as notas nela, para só então passar para outras cordas. Este conceito ele chama de “Unitar” que é o nome de uma guitarra imaginária com uma corda só, obrigando o músico a pensar “horizontalmente”, ou seja, conhecer as notas e intervalos ao longo de toda a extensão da mesma, o que vai estimular a confiança e desenvoltura que já mencionamos acima.

Pensando nisso:

1. Mapeamento das notas naturais ao longo do braço do baixo;

2. Uma digitação fácil e confortável. Boa para iniciantes no instrumento;

3. Desenvolver uma visão “horizontal” do instrumento.

Fiz o eBook “Notas no Baixo”.

Baixe o eBook e pratique diariamente os exercícios sugeridos, como se fosse um aquecimento antes da sua rotina de estudos.

Não são exercícios de velocidade, mas de mapeamento de notas! Você deve memorizar a posição das notas, tocá-las com a digitação correta e “falar mentalmente” o nome da nota que você estiver tocando.

Em poucas semanas todo o braço do baixo estará mapeado com as notas naturais!

Bons estudos e som no baixo!

Baixe o eBook

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